CARTUXA F. Eugénio de Almeida

A Fundação Eugénio de Almeida celebrou, em 2013, 50 anos, meio século de uma missão orientada para a promoção do desenvolvimento cultural, educativo, social e espiritual da região de Évora. Para assinalar esta efeméride, a Fundação lançou um conjunto de novos vinhos para o mercado, dos quais se destacam um vinho Cartuxa tinto 2011, que recebeu a Talha de Ouro da Confraria dos Enófilos do Alentejo em 2012; um vinho Cartuxa branco de 2012; um colheita tardia 2011; e dois licorosos: o licoroso tinto 2008 e o licoroso tinto reserva 2011.

O Enoturismo Cartuxa encontra-se instalado na Quinta Valbom, na antiga casa de repouso dos Jesuítas, que lecionaram na Universidade de Évora nos séculos XVI e XVII. Foi integrada no erário público no século XVIII, passando a funcionar como um importante lagar de vinho que absorvia a produção vitivinícola da região. Adquirida no século XIX pela família Eugénio de Almeida, a propriedade conheceu diversas transformações ao longo do tempo, conservando ainda traços da sua memória arquitetónica e histórica que vale a pena conhecer.

Cartuxa é o nome pelo qual é conhecido o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli  (Escada para o Céu), propriedade da Fundação Eugénio de Almeida, onde reside uma comunidade de monges pertencentes à ordem Cartusiana que se consagram a Deus numa vida de oração na solidão, leitura, silêncio e trabalho.

Por vontade de Vasco Maria Eugénio de Almeida (Conde de Villalva) nasceu em 1963,  a Fundação Eugénio de Almeida cuja missão visa promover o desenvolvimento da região de Évora, nos domínios cultural, educativo, social e espiritual.  

A primeira produção de vinho Cartuxa tinto foi em 1986. Como resultado foram colocadas no mercado cerca de 90.000 garrafas.

Cartuxa